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DICIONÁRIO DE ASTRONOMIA

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radiação

Energia ondulatória ou partículas materiais que se propagam através do espaço.

radiação de fundo

Radiação infravermelha e de rádio que chega de todas as direções no espaço com temperatura igual a 2,726 K (um pouco acima de zero absoluto). Acredita-se que estas radiações sejam restos de energia deixados pelo Big Bang. Sua existência foi descoberta por Gamow e Dicke e confirmada por Wilson e Penzias em 1965. Você pode detectar esta radiação na TV. Se você sintonizar um canal que apresenta apenas estática e tirar a luminosidade, então 1% do que você verá será radiação deixada para trás pelo Big Bang.

radiação eletromagnética

Perturbação elétrica e magnética que viaja como uma onda através do espaço à velocidade da luz (300.000 Km por segundo). Exemplos: ondas de rádio, micro-ondas, luz infravermelha, luz visível, ultravioleta, raios-X ou raios gama.

radiação Sincrotron

Ondas de energia emitidas por partículas carregadas cujo curso foi alterado quando elas se movimentavam numa velocidade aproximada à da luz. Em muitos casos isto envolve elétrons espiralando ao redor das linhas do campo magnético. A radiação sincrotron possui um espectro muito diferente do da radiação termal (produzida por calor). Os cientistas observaram este fenômeno pela primeira vez em aceleradores de partículas chamados sincrotrons. O comprimento de onda da radiação depende da velocidade e do peso das partículas. Os elétrons produzem mais radiação sincrotron do que partículas mais pesadas como os prótons. Eles emitem radiação sincrotron nos campos magnéticos de Júpiter, nas erupções solares, nos restos de supernovas e nas explosões de galáxias e quasares . Alguns corpos celestes, como a Nebulosa de Caranguejo, possuem um campo magnético tão poderoso que suas emissões sincrotron são visíveis.

radiação ultravioleta

A radiação eletromagnética tem uma longitude de onda menor que a da luz violeta e, portanto, não é perceptível ao olho humano. A região ultravioleta do espectro eletromagnético se encontra entre a luz visível e os raios X. O Sol é uma poderosa fonte de raios ultravioletas, porém, a maior parte desta radiação é absorvida pelas camadas superiores da atmosfera. O estudo das radiações ultravioletas emitidas pelas estrelas se realiza por meio de instrumentos situados no exterior da atmosfera, instalados em foguetes ou em satélites artificiais.

radiante

Ponto a partir do qual parece irradiar uma chuva de meteoros. Os meteoros seguem um curso paralelo, porém do nosso ponto de vista a linha parece voltar para uma região, o radiante. O efeito é o mesmo dos trilhos de trem que parecem se unir no horizonte. Embora os percursos permaneçam paralelos, eles parecem divergir a partir de um ponto. O nome das chuvas de meteoros é dado de acordo com a constelação em que está o radiante.

 radioastronomia

Parte da astronomia que utiliza ondas de rádio (radiação eletromagnética) de origem cósmica como um meio de obtenção de dados. Também se escreve "rádio astronomia".

rádio-galáxias

Galáxias com aparência normal que possuem nuvens que emitem ondas de rádio a partir de seus núcleos. A energia do núcleo faz com que estas nuvens produzam radiação sincrotron. Uma das teorias diz que um buraco negro expele partículas da galáxia, e, a medida que as partículas vão para o gás que circunda a galáxia, elas emitem ondas de rádio.

radiotelescópio

Equipamento que coleta ondas de rádio emitidas pelos corpos celestes e as converte Radiotelescópio Notoem sinais elétricos, que podem ser utilizados para produzir imagens. Devido ao fato das ondas de rádio serem milhões de vezes mais longas do que a luz visível, são necessários telescópios muito maiores para obter a mesma resolução. Contudo, os radiotelescópios não precisam ser construídos com precisão absoluta como os telescópios óticos, e alguns chegam a utilizar redes de arame para focar as ondas. Os radiotelescópios são a espinha dorsal da radioastronomia, uma ciência que existe desde os anos 40. Grote Reber construiu o primeiro radiotelescópio e com ele encontrou muitas fontes de rádio. Apesar de ter publicado suas descobertas em 1940, elas foram ignoradas pelos astrônomos. A Segunda Guerra Mundial fez com que os astrônomos tivessem acesso a muitos equipamentos de rádio. Utilizando peças encontradas, eles construíram os primeiros radiotelescópios, que pareciam um amontoado de linhas unidas com arame. Eles apostaram na rotação da Terra para varrer o céu. Nos anos 50 e 60 surgiram muitos telescópios móveis. Nos Estados Unidos o centro de desenvolvimento dos radiotelescópios era em Green Bank, no Estado de Virginia, enquanto na Inglaterra localizava-se em Jodrell. Os grandes esqueletos dos radiotelescópios atingiram 80 metros de extensão. Nos anos 70, surgiu a tendência de juntar-se uma série de pequenos telescópios em rede. O maior e mais sensível radiotelescópio existente localiza-se no deserto do Novo México, próximo a Socorro. Para obter uma boa resolução, atualmente os astrônomos utilizam uma Grande Rede de Interferômetros composta por dez antenas, situadas desde o Havaí até o nordeste do Canadá e as Índias Ocidentais, para unir imagens geradas por telescópios separados por milhares de quilômetros, através do uso de um computador, alcançando resoluções de imagens sequer sonhadas nos anos sessenta. Esta combinação de antenas permite um desempenho similar ao de um telescópio espacial situado a 13.300 km de distância com uma resolução de 0,2 milisegundos de arco.

radiobinária

Sistema físico composto por dois astros, sendo um deles, pelo menos, uma fonte de rádio.

radioestrela

Estrela que possui emissão detectável na faixa de ondas de rádio.

radiointerferômetro

Radiotelescópio com poder de resolução maior que um radiotelescópio com uma única antena. Possui duas ou mais antenas que recebem simultaneamente radiações de uma mesma fonte. A diferença dos caminhos percorridos pelos sinais nas respectivas antenas produz um defasamanto. A análise destes sinais fora de fase, através de técnicas de interferência de ondas, produz as imagens.

radiogaláxia

Galáxia que emite intensamente nos comprimentos de onda de rádio. Uma radiogaláxia é, em geral, uma galáxia elíptica gigante com uma intensa emissão de ondas hertzianas. Os dois mais notáveis exemplos são as galáxias M87 e M82. Veja também rádio-galáxia.

raia telúrica

Raia espectral que aparece no espectro dos astros quando observado da superfície da Terra, e que provém da absorção da atmosfera terrestre.

raias de Fraunhofer

Raias espectrais de absorção, descobertas no espectro solar pelo astrônomo alemão Joseph von Fraunhofer (1787-1826), e que são designadas por letras, dependendo do seu comprimento de onda (l) e de sua origem, por exemplo, raia A (l = 7593 Å, oxigênio do ar), raia C (l = 6563 Å, hidrogênio), raia E (l = 5270 Å, cálcio), raia F (l = 4861 Å, hidrogênio); linhas de Fraunhofer.

raio cósmico

Radiação composta por partículas carregadas cuja origem exata é desconhecida. Esta radiação é composta por prótons (o núcleo dos átomos de hidrogênio), partículas alfa (o núcleo dos átomos de hélio), núcleos de outros átomos (tais como o berílio, o boro e o lítio), elétrons, positrons e alguns anti-prótons. As partículas que formam o raio cósmico movem-se quase à velocidade da luz. A origem desses raios cósmicos ainda não foi desvendada. Acreditava-se que eles se originavam das supernovas, porém esta teoria foi rechaçada. Atualmente, considera-se que as partículas dos raios cósmicos atingem altos níveis de energia quando elas surgem a partir de choques de ondas magnéticas. A medida que elas circulam por aí, as partículas acumulam energia gerada pelo choque de ondas magnéticas, as quais, por sua vez, receberiam a energia das supernovas. Contudo, a veracidade desta teoria está sendo questionada já que ela não consegue explicar o porquê de algumas destas partículas terem um nível tão elevado de energia.

raio de Hubble

Raio do universo observável, que, segundo a constante hoje aceita, seria de 1027 cm.

Raio de Schwarzschild

Raio do horizonte de eventos num buraco negro. Quando a luz ou a matéria passam pelo Raio de Schwarzschild, não conseguem escapar do empuxo gravitacional do denso corpo porque, dentro do raio, a velocidade de fuga é maior do que a velocidade da luz. Como, de acordo com a Teoria da Relatividade de Einstein, a matéria não consegue atingir a velocidade da luz, se um corpo celeste tiver uma velocidade de fuga maior do que a velocidade da luz, nada poderá escapar de sua força gravitacional. O Raio Schwarzschild do Sol tem 3 km, enquanto o da Terra é de 3 cm. Isto significa que a Terra teria que ser comprimida numa bola de 3 cm. O núcleo de uma estrela tem que ser comprimido em seu Raio Schwarzschild, durante a explosão de uma supernova, para transformar-se num buraco negro.

raio verde

Quando o Sol se põe, a última parte visível do disco mostra, em algumas ocasiões, um pequeno brilho de cor verde. Isso deve-se à atmosfera terrestre, podendo ser melhor observado quando o horizonte se forma no mar. Em algumas ocasiões Vênus também apresenta este fenômeno.

raios cósmicos

Partículas de alta energia que atingem a Terra desde o espaço exterior. Os raios cósmicos primários de alta energia decompõem-se quando penetram na parte superior da atmosfera terrestre, e somente as radiações secundárias alcançam a superfície.

raios gama

Radiação eletromagnética de elevada frequência. Sua longitude de onda é inferior à milionésima parte da longitude de onda da luz visível e, portanto, menor que as dos raios X. Foram detectadas fontes de radiação gama na Galáxia mas, no entanto, não se conhece muito a respeito delas. Foguetes e satélites são utilizados no estudo dessas fontes, já que a radiação gama procedente do espaço se transforma e se dissipa na ionosfera e atmosfera terrestre, antes mesmo de alcançar o nível do solo.

Rasalas (Mu Leonis)

Cabeça do Leão, nome árabe indicativo da posição da estrela na constelação.

Rasalgethi (Alpha Herculis)

A Cabeça do Ajoelhado, nome árabe cujo significado se refere a Hércules ajoelhado.

Rasalhague (Alpha Ophiuchi)

A Cabeça do Serpentário, nome árabe.

Rasalmothallah (Alpha Trianguli)

O Triângulo, oriundo do árabe Ral Al Muthallath.

Rastaban (Beta Draconis)

A Cabeça do Dragão, proveniente da expressão árabe Al Ras al Thuban. Nome empregado também para designar Gamma Draconis.

refração astronômica

Desvio dos raios luminosos provenientes dos astros, ao atravessarem a atmosfera terrestre.

Regiões H-I, H-II

Nuvens intersiderais contendo hidrogênio, que é resfriado e desionizado (neutro) em HI, e aquecido e ionizado em HII (algumas vezes chamada de nuvem de emissão). As regiões HII frequentemente apresentam uma cor vermelha brilhante como pode ser vista em muitas fotografias do espaço profundo.

Regulus (Alpha Leonis)

Pequeno Rei. Regulus, Fomalhaut, Aldebaran e Antares, que dividem o céu em quatro partes quase iguais, eram, há 3000 anos, as quatro "estrelas reais" do céu dos persas. Foi em virtude de um engano de Ptolomeu que a denominou indevidamente de Pequeno Rei, que hoje a conhecemos como Regulus.

régua paraláctica

Instrumento astronômico antigo, constituído por um triângulo articulado que tem um dos lados vertical e o outro dirigido para o astro cuja altura se deseja medir.

Réia

RéiaRéia (SV) é um dos satélites de Saturno e foi descoberto, em 1672, por G. D. Cassini. Ele tem um diâmetro de 1.530 km e está em órbita a cerca de 527.040 km de Saturno, com um período orbital de 108,5 horas. Réia se caracteriza por ter uma cor branca com alguns riscos e reflete muito a luz incidente sobre ele devido ao fato de ter uma superfície congelada.

relatividade

Teoria, proposta por Albert Einstein, que modificou a história: ela descreve o tempo e o espaço e como o movimento e a gravidade os afetam. Em 1905 Einstein publicou sua Teoria Especial da Relatividade, que dizia que todos os observadores encontrarão o mesmo valor para a velocidade da luz, independente da velocidade em que viajarem. Ele deduziu que o tempo deveriam passar de forma diferente para cada observador, e que dois observadores, um parado e outro em movimento, calcularão o mesmo acontecimento de forma diferente. Segue-se a isto a ideia de que o tempo observado por pessoas cuja velocidade se aproxima à da luz será mais lento. Se isto não acontecesse, eles encontrariam um valor menor para a velocidade da luz do que as pessoas que estivessem paradas. A famosa equação de Einstein E = mc² (A energia é igual à massa multiplicada pela velocidade da luz ao quadrado) levou os cientistas a imaginarem como as estrelas brilham. Também os levou a construir usinas e bombas atômicas. Em 1915 Einstein publicou sua Teoria Geral da Relatividade, que descreve a gravidade como sendo consequência da massa. Einstein escreveu que a massa distorce o tempo e o espaço, criando a gravidade. Esta teoria também diz que a luz atravessará as linhas curvas e irá em direção a um corpo volumoso. Isto foi confirmado em 1919 quando, durante um eclipse total, Sir Arthur Eddington fotografou a luz das estrelas vagando na superfície do Sol. O raio se curvava exatamente como fora predito na Teoria da Relatividade. Na maior parte das circunstâncias, a energia prevista pelas Leis de Newton funciona bem. Muitos físicos confessam que preferem os princípios simples de Newton à Teoria da Relatividade de Einstein. Contudo, quando a força gravitacional é intensa, somente a Teoria da Relatividade dá bons resultados. Além disto, ela consegue prever a existência de corpos estranhos como os buracos negros. Por tudo isto, a relatividade é a teoria mais aceita para descrever o tempo e o espaço.

relação focal (relação f)

Distância focal do espelho ou da lente dividida pela sua abertura. Quanto maior a relação focal, maior é o tubo, menor é o campo de visão e pior é a imagem.

resolução

Capacidade do telescópio de distinguir dois objetos próximos. Há contudo um limite para a capacidade de resolução dos telescópios terrestres em relação aos corpos celestes, pois a atmosfera embaça a imagem e prejudica a resolução. Por orbitar acima da atmosfera terrestre o Telescópio Espacial Hubble consegue mostrar detalhes que não podem ser vistos com os telescópios situados na Terra.

reta de altura

Segmento de reta, sobre uma carta, o qual traduz o resultado da observação da altura de um astro, permitindo a determinação da posição geográfica de um ponto sobre a superfície terrestre.

revolução

Movimento de um astro em redor de outro.

revolução anomalística

Intervalo de tempo necessário para que um astro descreva a sua órbita, a partir do periastro, e que usualmente se refere à Lua, valendo, neste caso, 27,5546 dias; período anomalístico, mês anomalístico.

revolução draconítica

Intervalo de tempo que separa duas passagens consecutivas da Lua pelo mesmo nodo de sua órbita, e vale 27,21222 dias; mês draconítico, mês nódico, revolução nódica, período draconítico, período nódico.

revolução nódica

Veja revolução draconítica.

revolução sinódica

1. Intervalo de tempo que separa duas faces idênticas e consecutivas de um astro.
2. Revolução sinódica da Lua que corresponde a 29,53059 dias; mês lunar, lunação.

revolução sinódica dos nodos

Intervalo de tempo que separa os dois instantes em que o mesmo nodo da órbita lunar tem a mesma longitude celeste.

Rigel (Beta Orionis)

O Pé, nome árabe para designar a estrela que forma o pé do gigante Hércules.

Rigil Kentaurus (Alpha Centauri)

O Pé do Centauro, nome árabe para designar a posição da estrela situada no pé direito e dianteiro do homem-cavalo da mitologia.

Roemer, Ole ou Olaus ou Olaf (1644-1710)

Astrônomo dinamarquês que, em 1676, determinou a velocidade da luz. Em 1672, quando trabalhava como membro da equipe do Observatório de Paris, Roemer notou que a duração do eclipse das luas de Júpiter era algumas vezes mais curto e outras mais longo do que o projetado. Ele acreditava que estas diferenças eram provocadas por variações nas distâncias entre Júpiter e a Terra, que faziam com que a luz percorresse distâncias diferentes. A partir disto, ele calculou que a luz viajava a 225.000 km por segundo. Apesar deste valor estar abaixo do utilizado atualmente, ele representa a primeira vez em que alguém considerou a velocidade da luz finita.

Rosalinda

Satélite de Urano descoberto em 1986 pela sonda espacial Voyager 2.

rotação

Na astronomia denomina-se assim a volta que cada astro realiza em torno de um eixo. Os planetas e os satélites do Sistema Solar, por exemplo, giram em torno de eixos próprios, internos, e cada um com uma velocidade diferente. A cada rotação completa atribui-se o nome de dia. Entretanto, na família dos planetas e satélites, a duração de um dia é diferente segundo o planeta que se considera. Na Terra o dia dura 23 horas e 56 minutos do relógio. Em Júpiter, o dia dura 9 horas e 55 minutos. Um dia lunar equivale a 27 dias e 1/3 dos terrestres.

rotação diferencial

As várias partes que compõem os objetos gasosos girando a velocidades diferentes. Isto ocorre nas estrelas, no planetas gasosos e nas galáxias. Por exemplo, o Sol, Júpiter e Saturno apresentam rotação diferencial. Contudo, todas as partes de objetos sólidos com a Terra, tem, necessariamente, que girar na mesma velocidade.

rotação sincrônica

Uma condição que ocorre quando os períodos de rotação e revolução de um satélite são iguais. A Lua, por exemplo, mostra a mesma face para a Terra fará com que a Terra apresente uma rotação sincrônica, sempre mostrando a mesma face para a Lua.

Rotanev (Beta Delphini)

Venator (Caçador), nome que aparece pela primeira vez no catálogo de Palermo (1814). Surgiu do sobrenome, lido da direita para a esquerda, de Nicolaus Venator, forma latina de Niccoló Cacciatore, assistente e sucessor do astrônomo italiano Piazzi, descobridor do primeiro asteróide: Ceres.

Rubidea (Gamma Crucis)

Denominação brasileira em virtude da sua coloração avermelhada.

Ruchbah (Delta Cassiopeiae)

O Joelho, nome árabe que define a posição da estrela no corpo da constelação de Cassiopéia.

Rukbat (Alpha Sagittarii)

O Joelho do Arqueiro, nome árabe.

Ruticulo (Beta Herculis)

A Pequena Clava, nome de origem latina da estrela também conhecida como Kornéforos. (O nome se refere à clava que Hércules empunha).

 
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