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Lacaille, Nicolas Louis
Astrônomo e sacerdote francês,
assistente do Observatório de Paris, com atuação
exemplar no catálogo de estrelas, em ambos os hemisférios, principalmente
o austral. Introduziu 14 novas
constelações.
Lagrange, Joseph Louis (1736-1813)
Matemático e astrônomo francês;
fez inúmeras contribuições para o estudo da mecânica celestial. Lagrange
mostrou que três corpos podem ficar nos vértices de um triângulo equilátero
que gire em torno de seu plano. Se um dos corpos for suficientemente maciço
em relação aos outros dois, então a configuração triangular é estável.
Tais corpos são às vezes chamados de troianos.
O vértice dianteiro do triângulo é conhecido como ponto dianteiro de Lagrange
ou L4; o vértice traseiro é o ponto traseiro de Lagrange ou Lr.
Landsat
Seis satélites da NASA, transportando vários tipos de câmaras e
sensores infravermelhos usados para pesquisar os recursos da Terra e
equipados para monitorar as condições atmosféricas e oceânicas e
detectar variações nos níveis de poluição.
Laplace, Pierre-Simon
(1749-1827)
Notável físico e matemático
francês, ajudou a tornar precisa e convincente a adequação entre
as observações astronômicas e os resultados das deduções da teoria newtoniana,
reduzindo também a defasagem entre as leis do movimento planetário e a
lei da gravitação.
Larissa
Larissa é um pequenino satélite de
Netuno descoberto, em 1989, pela sonda espacial
Voyager 2. Ele está em órbita a 73.550 km do
centro de Netuno e tem dimensões aproximadas de 104 x 89 km.
laser
Nome formado pelas primeiras letras de "Light Amplification by
Stimulated Emission of Radiation"(Amplificação de Luz por Emissão
Estimulada de Irradiação). Os lasers trabalham com o fato dos átomos
absorverem apenas uma certa quantidade de luz antes de seus elétrons
mudarem para um nível mais alto de energia. Quando um fóton com um
determinado nível de energia brilha num átomo num estado agitado, ele
pode estimular o átomo a liberar um fóton idêntico. Este segundo fóton
se movimenta na mesma direção, e com a mesma energia, que o primeiro.
A energia bombeada por um equipamento gerador de laser coloca os
átomos num estágio de energia mais alto. Então usam-se espelhos para
refletir os fótons, e a luz se torna tão intensa que escapa
parcialmente através de um espelho refletor como um feixe de laser
intenso.
La Superba (Gamma Canum Venaticorum)
A Sublime, nome usado pelo Padre Secchi para ressaltar
o seu aspecto.
Lassell,
William
(1799-1880)
Astrônomo
amador inglês descobridor de Tritão, o maior
satélite de Netuno em 1846. Juntamente com
W. C. Bond foi o descobridor, em 1848, de
Hiperion, um dos satélites de
Saturno. Em 1851 Lassell descobriu
Ariel, o satélite mais brilhante de
Urano.
latitude
Sistema de coordenadas usado para determinar a distância angular ao
norte ou ao sul do Equador. Todas as linhas da latitude são paralelas.
latitude areográfica
Latitude de um ponto na superfície do planeta Marte,
em relação ao seu disco aparente.
latitude celeste ou eclíptica
Ângulo da direção de um ponto da esfera celeste com
o plano da eclíptica.
latitude eclíptica geocêntrica
Latitude eclíptica de um ponto da esfera celeste, referida
ao centro da Terra.
latitude galáctica
Ângulo da direção de um ponto da esfera celeste com
o plano galáctico.
latitude geocêntrica
Ângulo que a reta que une o centro da Terra a um dado
ponto de sua superfície faz com o plano do equador.
latitude geográfica
Ângulo que a vertical em um ponto da superfície da
Terra faz com o plano do equador.
latitude heliocêntrica
Latitude de um astro referida ao centro do Sol; Latitude
eclíptica heliocêntrica.
latitude heliográfica
Latitude de um ponto da superfície do Sol, referida
ao seu disco aparente.
latitude norte
A latitude contada a partir do equador em direção ao
pólo norte.
latitude planetocêntrica
Latitude de um astro, ou de um ponto na superfície
de um planeta, em relação ao centro desse planeta.
latitude planetográfica
Latitude de um ponto na superfície de um planeta, em
relação a um sistema de coordenadas ligado ao seu disco aparente.
latitude selenocêntrica
Latitude de um astro, ou de um ponto da superfície
lunar, em relação ao centro da Lua.
latitude selenográfica
A latitude de um ponto da superfície lunar, em relação
ao disco aparente da Lua.
latitude sul
A latitude contada a partir do equador em direção ao
pólo sul.
Le Verrier,
Urbain Jean Joseph
(1811-1877)
Matemático
francês que, usando cálculos orbitais, fez a previsão da existência e
posição de um planeta ainda não descoberto (no caso, Netuno) e que causava
perturbações na órbita de Urano. Sua previsão foi a primeira a ser confirmada
por Galle, embora John Couch
Adams tenha feito antes,
independentemente, uma previsão semelhante da existência deste novo planeta,
mas não publicada.
Leavitt, Henrietta Swan (1868-1921)
Astrônomo americano que, através da utilização das estrelas variáveis
das Nuvens de Magalhães, determinou que o período de pulsação das
estrelas conhecidas como Variáveis Cefeu está relacionado à sua
luminosidade (relação período-luminosidade).
Leda
Leda
(JXIII) é o nono e menor de todos os satélites de
Júpiter. Foi descoberto em 1974 por C.
Kowal e muito pouco sabe-se sobre ele. Leda
tem 103 km de diâmetro e está em órbita a 11.094.000
km de Júpiter completando uma rotação em torno deste planeta em 238,72
dias terrestres.
Lei de Bode
Seqüência de números que corresponde à maior parte das posições
planetárias. Considere os números 0, 3, 6, 12, 24, 48, 96, 192 e 384,
adicione 4 a cada um deles e divida por 10. O resultado é próximo à
distância, expressa em unidades astronômicas, até a maior parte dos
planetas em nosso sistema solar. Na verdade o nome desta lei é
equivocado, pois não foi Bode quem a criou. Um matemático alemão
chamado Johann Daniel Titus a propôs em 1772 e Bode apenas a
popularizou.
Lei de Hubble
É uma relação linear entre
a distancia a uma galáxia (R) e a velocidade (v) na qual esta galáxia
está se afastando de nós por causa da expansão do Universo. A Lei de Hubble
se escreve v = Ho R, onde Ho é a constante de Hubble.
Ela supõe que o universo está se expandindo a uma taxa constante que tem
permanecido constante por todo o tempo.
Lei de Titius-Bode
A "lei" de Titius-Bode, também conhecida como "lei"
de Bode, é uma coincidência matemática interessante e não uma lei física.
Ela é uma série numérica que combina com as distâncias dos planetas ao
Sol. A série de Titius-Bode prevê as posições de todos os planetas no
nosso Sistema Solar exceto Netuno, embora também prognostique a existência
de um planeta onde o cinturão de asteróides está. Esta relação tem este
nome em homenagem a Johann Daniel Titius e o astrônomo alemão Johann Elert
Bode, que fizeram este trabalho no final dos 1700.
Leis de Kepler
Também conhecidas como as
Leis de Kepler do Movimento Planetário:
Primeira Lei de Kepler
do Movimento Planetário
"as órbitas dos planetas em torno do Sol são elipses
com o Sol situado em um dos focos desta elipse."
Segunda Lei de Kepler
do Movimento Planetário
"uma linha traçada do Sol até um planeta varrerá áreas
iguais em intervalos de tempo iguais à medida que o planeta realiza o
seu movimento orbital em torno do Sol."
O planeta se move mais lentamente quando ele está mais
afastado do Sol e se move mais rápido quando ele está mais próximo do
Sol. Isto é equivalente à conservação do momentum angular.
Terceira Lei de Kepler
do Movimento Planetário
"o quadrado do período da órbita de um planeta é proporcional
ao cubo do semi-eixo maior da elipse orbital descrita por este planeta."
podemos escrever isto como:
T2 é proporcional a a3, onde "T" é o período
orbital de um planeta (seu ano) e "a" é o semi-eixo maior da elipse que
ele descreve. A constante de proporcionalidade é a mesma para todos os
planetas.
Leis de Newton
"dois corpos atraem um ao outro com forças iguais e
opostas. A magnitude desta força é proporcional ao produto das duas massas
dos corpos e é também proporcional ao inverso do quadrado da distância
entre os centros de massa dos dois corpos."
Leis de Newton do Movimento
Primeira Lei de Newton do movimento
"um corpo continua no seu estado de repouso (velocidade
zero) ou de movimento retilíneo uniforme (velocidade constante) a menos
que seja obrigado a mudá-lo pela ação de uma força externa."
Vemos, portanto, que esta lei se aplica apenas a corpos
com velocidade constante, que pode até mesmo ser zero. Ela não é válida
para corpos que estão sofrendo alguma forma de aceleração. Se não existissem
as forças de atrito um corpo em movimento com velocidade constante permaneceria
para sempre neste estado. A força externa aplicada é que irá alterar o
seu estado de movimento.
Segunda Lei de Newton do Movimento
"se uma força de desequilíbrio age sobre um corpo, a aceleração produzida
por ela é proporcional à força aplicada. A constante de proporcionalidade
é a massa inercial do corpo."
Terceira Lei de Newton do Movimento
"em um sistema onde não estão presentes forças externas, toda força
de ação é sempre oposta por uma reação igual e oposta."
Lemaitre,
Georges (1894-1966)
Matemático
belga que desenvolveu a Teoria do Big Bang da formação do Universo. Lemaitre,
por acreditar que alguma coisa tinha que ter começado o Universo, propôs
que haveria uma "partícula de espaço", o chamado "átomo primordial", que,
por intermédio de uma reação em cadeia. Iniciou
o processo de expansão do Universo. Pode-se dizer que esta suposição é
a origem da idéia que mais tarde seria conhecida como "teoria da Grande
Explosão" (teoria do Big Bang).
lente
Material transparente com pelo menos uma superfície curva que é
utilizado para alterar a direção dos raios de luz. As lentes são
divididas em dois tipos: convergentes e divergentes. As lentes
convergentes produzem uma imagem real, enquanto as divergentes não.
lentes
gravitacionais
É um objeto de grande massa
no espaço, tal como uma galáxia, que curva a luz que passa próxima a ele,
devido à intensidade de suas forças gravitacionais.
Leonov, Alexei Arkhipovich (1934)
Cosmonauta que foi a primeira pessoa a andar no espaço: em 18 de março
de 1965, ele permaneceu 10 minutos fora da cápsula Voskhod 2. Leonov
também foi o comandante soviético do Projeto de Teste Apólo-Soyuz.
Lesath (Nu Scorpii)
O Ferrão, nome árabe para designar o ferrão do Escorpião.
libração
Oscilação da Lua. Ela é provocada pelo fato do formato de sua órbita
não ser perfeitamente circular, apesar da duração de sua rotação e de
sua órbita serem idênticas. Uma outra libração decorre do fato da
órbita da Lua apresentar uma inclinação axial de 5 graus. Embora seja
sempre a mesma face da Lua que permanece voltada para a Terra, estas
librações permitem que vejamos 59% de sua superfície.
limbo
Contorno luminoso de um astro.
Limite de Chandrasekhar
Uma estrela só pode existir
se ela for estável, ou seja, se a pressão exercida para fora pelos processos
físicos que estão ocorrendo no seu interior conseguirem contrabalançar
a ação da gravidade que pretende realizar o seu colapso gravitacional.
Chandrasekhar descobriu que existem limites de massa para que uma estrela,
com determinadas condições físicas particulares, seja estável. Se uma
estrela com estas características ultrapassa este valor de massa ela não
é mais estável e a força da gravidade supera as forças internas. Como
resultado a estrela colapsa.
Limite de Roche
É a distância a partir do centro de uma estrela ou
outro objeto na qual um outro objeto grande colocado em órbita será rebentado
devido às forças (gravitacionais) de maré. Deste modo grandes planetas
ou satélites não podem estar em órbita dentro do limite de Roche pois
eles se fragmentarão. O limite de Roche foi compreendido primeiro por
Edouard Roche em 1848. Se um planeta e o seu satélite tem densidades idênticas,
então o limite de Roche é 2.446 vezes o raio
do planeta.
linha das apsides
Linha que une o apoastro
ao periastro.
linha dos nodos
Intersecção do plano da órbita de um astro com um plano
fundamental de referência.
Linha internacional de mudança de data
Linha convencional, que coincide aproximadamente com
o antimeridiano de Greenwich, estabelecida por acordo internacional para
o início da contagem de cada dia civil em toda a Terra: à medida que a
linha da meia-noite avança para oeste, principia esse dia civil nas sucessivas
longitudes, até alcançar novamente a linha internacional de mudança de
data, quando começa novo dia. Um viajante, ao cruzar a linha internacional
de mudança de data de leste para oeste, adianta de um dia a sua data;
ao cruzá-la de oeste para leste, atrasa a data de um dia.
linhas do espectro
Finas linhas que são vistas quando a luz de um objeto se divide em
seus componentes de comprimento de onda ou espectro. O estudos das
linhas do espectro (espectroscopia) é uma das principais chaves para
se entender o Universo. As informações acerca das estrelas e das
galáxias são obtidas a partir das linhas do espectro. As linhas do
espectro são produzidas quando um feixe de luz passa por um prisma ou
por uma grade de difração. As linhas do espectro podem ser linhas de
emissão brilhantes ou linhas escuras de absorção de um espectro
contínuo. Algumas nebulosas apresentam linhas de emissão, enquanto
quase todas as estrelas, inclusive o Sol, possuem linhas de absorção
em seu espectro. A posição das linhas nos espectros de emissão
corresponde às linhas que faltam no espectro de absorção. Em 1814,
Joseph Fraunhofer estudou o espectro solar e identificou muitos
elementos encontrados na Terra. Ele também viu as linhas de um
elemento desconhecido ao qual deu o nome de hélio, derivado da palavra
grega Helios que significa Sol. Os espectros dos corpos celestes
localizados no espaço profundo foram estudados pela primeira vez por
William Huggins e Pietro Secchi, por volta de 1860. Cada elemento
emite linhas espectrais características. Elementos simples como o
hidrogênio possuem apenas algumas linhas espectrais enquanto outros,
mais complexos, podem ter milhares de linhas espectrais. O brilho
vermelho de muitas nebulosas, que pode ser visto em fotografias, é
provocado pela linha de emissão vermelha do hidrogênio. As linhas
espectrais dos átomos são medidas em laboratório, e depois comparadas
às linhas fotografadas nas estrelas e nas nebulosas. Assim os
astrônomos podem localizar quais são os elementos que flutuam na
atmosfera externa das nebulosas ou das estrelas. Os astrônomos
utilizam os espectros para medir a temperatura das superfícies das
estrelas. Estudos chamados de perfis analisam como as linhas aparecem
num espectro contínuo. As altas temperaturas e pressões expandem as
linhas e as tornam mais brilhantes em direção ao final azul do
espectro. Os astrônomos utilizam estes dados para classificar as
estrelas em tipos espectrais chamados O, B, A, F, G, K e M. As mais
quentes, tipo O, mostram superfícies em ebulição, com 40.000 K, de cor
azul brilhante, enquanto as mais frias, tipo M, apresentam uma
superfície vermelha, com brilho fraco e temperatura de apenas 2.500 K.
O Sol é uma estrela do tipo G, com temperatura de superfície de 5.700
K.
linhas de Fraunhofer
Veja raias de
Fraunhofer.
linhas proibidas
Linhas brilhantes do espectro formadas quando os elétrons tem sua
órbita alterada. Apesar de existirem gases em volta das estrelas as
linhas proibidas não podem ser produzidas na Terra devido ao lapso de
tempo necessário para os elétrons deixarem suas órbitas estáveis,
descerem alguns níveis de energia e produzirem as linhas. Para que as
linhas proibidas se formem, é necessário que o gás seja leve. Nos
gases mais densos encontrados na Terra, os elétrons são jogados de um
lado para o outro e não conseguem ultrapassar as órbitas para produzir
as linhas. Por isto é que as linhas proibidas são vistas apenas no
espaço. Um exemplo são as linhas proibidas de oxigênio existentes em
muitas nebulosas.
Lisitéia
Lisitéia
(JX) é o 11o satélite de Júpiter
tendo sido descoberto, em 1938, por S. Nicholson.
Sabe-se muito pouco sobre Lisitéia. Ele tem 24 km de diâmetro
e está em órbita a 11.720.000
km de Júpiter e realiza uma órbita em torno do planeta em 259,22 dias
terrestres.
Lockyer, Sir Joseph Norman (1836-1920)
Astrônomo inglês e pioneiro da astrofísica que descobriu a existência
de hélio no espectro solar. Ele também identificou e nomeou a
cromosfera solar.
longitude
Sistema de coordenadas usado para de terminar a posição a leste ou
oeste do meridiano principal. As linhas da longitude não são paralelas
já que todas elas se originam e se encontram nos pólos. Cada 15º graus
de longitude levam uma hora para girar sob o Sol.
longitude areográfica
Longitude de um ponto da superfície de Marte em relação
ao disco aparente desse planeta.
longitude celeste ou eclíptica
Na esfera celeste, arco do equador compreendido entre
o ponto vernal e o meridiano celeste que passa por determinado astro.
longitude do nodo ascendente
Elemento da órbita de um astro, correspondente à distância
angular do ponto vernal medida no plano fundamental (eclíptica ou equador)
até o ponto de interseção com o plano da órbita, em que o astro passa
do hemisfério sul para o norte.
longitude do periastro
Soma do ângulo no plano fundamental, entre o ponto
vernal e a linha dos nodos, e do ângulo no plano da órbita, entre a linha
dos nodos e a linha dos apsides, medido na direção do movimento do astro
na sua órbita.
longitude geocêntrica
Longitude eclíptica de um ponto da esfera celeste,
referida ao centro da Terra; longitude eclíptica geocêntrica.
longitude heliocêntrica
Longitude eclíptica de um ponto da esfera celeste,
referida ao centro do Sol; longitude eclíptica heliocêntrica.
longitude hermocêntrica
Longitude de um astro, ou de um ponto na superfície
de Mercúrio, em relação ao centro desse planeta.
longitude hermográfica
Longitude de um ponto da superfície de Mercúrio, em
relação ao disco aparente desse planeta.
longitude planetocêntrica
Longitude de um astro, ou de um ponto da superfície
de um planeta, em relação ao centro desse planeta.
longitude planetográfica
Longitude de um ponto na superfície de um planeta,
em relação a um sistema de coordenadas ligado ao disco aparente desse
planeta.
longitude selenocêntrica
Longitude de um astro, ou de um ponto da superfície
lunar, em relação ao centro da Lua.
longitude selenográfica
longitude de um ponto da superfície lunar, em relação
ao disco aparente da Lua.
Lovell, James Arthur (1928)
Comandante da avariada nave Apolo 13, cuja aterrissagem lunar foi
cancelada após a explosão de um tanque de oxigênio no módulo de
serviço. Ele também foi um dos tripulantes da missão Apolo 8, a
primeira espaçonave a levar seres humanos para a órbita lunar.
Lowell, Percival (1855-1916)
Astrônomo amador e homem de negócios americano que, apesar de ter se
tornado conhecido pelos mapas errados que fez dos canais de Marte,
estimulou a procura de um Planeta X que estaria perturbando a órbita
de Netuno.
Lua
A
Lua é o único satélite natural da Terra.
Em tamanho, a Lua é o quinto maior satélite natural do Sistema Solar.
Ela está a aproximadamente 384.000 km de nós
e seu movimento de translação em torno da Terra é realizado em aproximadamente
um mês, ou seja, 27 dias e 8 horas. A temperatura sobre a Lua varia de
-160o C a +120o C. A Lua não tem atmosfera.
lunação
Intervalo de tempo que separa duas luas novas consecutivas.
Uma lunação dura 29 dias, 12 horas, 44 minutos e 2,976 segundos. Por extensão,
intervalo de tempo que separa duas fases quaisquer consecutivas.
luneta
Nome comum do
telescópio refrator, telescópio
cuja objetiva é constituída por uma lente ou por um sistema de lentes.
O termo deve-se a Galileu, que foi o primeiro
a usar o instrumento para observar os astros, e um dos primeiros astros
observados foi a Lua, daí "luneta".
luz anti-solar
Luminosidade difusa, muito fraca, que aparece no céu
como mancha oval de cinco a oito graus de diâmetro, sobre a eclíptica,
na direção oposta ao Sol.
luz cinérea
Veja luz cinzenta.
luz cinzenta
Luminosidade proveniente da luz refletida pela Terra
na superfície lunar, e que se observa na região não iluminada do disco
lunar, quando a Lua é visível sob a forma de um fino crescente.
luz infravermelha
Radiação eletromagnética de comprimento de onda ligeiramente
maior do que o da luz visível.
luz terrestre
Luz refletida pela Terra no espaço, e que pode iluminar
outros astros, especialmente a Lua.
luz ultravioleta
Radiação eletromagnética de comprimento de onda ligeiramente
menor do que o da luz visível.
luz zodiacal
Luminosidade tênue que se estende na região do zodíaco,
após o ocaso e antes do nascer do Sol, produzida pela reflexão da luz
solar em partículas meteoríticas que se localizam próximo ao plano da
eclíptica.
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